Olá, meninas

Vocês terminariam por telefone? Foi o que a empresa AVG Technologies quis saber de quatro mil mulheres no Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, França e Alemanha.

Vejam os dados que curiosos:

– O telefone é uma opção para o término em 58% das brasileiras, dentre os outros países, o percentual fica em 55%.caramel18_18x (1) Já 28% consideram utilizar mensagem de texto. As brasileiras também são as que mais tendem a romper utilizando Facebook (18%).
– Bisbilhotar as mensagens de texto do parceiro também é comum: 54% das mulheres brasileiras admitiram ler os SMS e/ou e-mails dos maridos ou namorados, enquanto apenas 18% das francesas leem e-mails e/ou SMS dos parceiros.
– 33% das brasileiras afirmaram fazer buscas em redes sociais sobre o potencial parceiro antes de agendar encontro e 61% declararam já terem cancelado encontros após encontrarem conteúdos comprometedores sobre a pessoa.
– Mais de 70% das entrevistadas afirmaram depender de maior quantidade de dispositivos atualmente que há dois anos. O uso de smartphones e tablets pessoais no trabalho fez com que 31% adotassem senhas, 51% redobrassem cuidados ao baixar conteúdos e 32% instalassem softwares de segurança.
– Apesar disso, 70% afirmaram que compartilhar o dispositivo para uso tanto pessoal quanto profissional não as atrapalha e 30% acreditam ser prejudicial por tornar mais difícil separar a vida corporativa do trabalho ou por já ter enfrentado situações negativas, como apagar arquivos importantes sem querer ou compartilhar conteúdos profissionais com contatos pessoais por acidente.
– No Brasil, mais de 50% já deram dispositivo móvel para pelo menos um dos filhos. Para 63% destas mulheres, o presente foi dado para que o filho pudesse se habituar à vida online, já 17% fizeram a escolha motivada pela frustração de sempre ter de emprestar seu dispositivo ao filho.
internet-crianças– Aliás, emprestar o smartphone ou tablet é comum à 37% das entrevistadas, que cede o aparelho ao filho após logar. Em alguns casos (9%), os filhos sabem a senha das mães.
– Para monitorar as práticas online dos filhos, 44% das mulheres ensinaram os pequenos a avisá-las em caso de recebimento de conteúdo duvidoso, 62% afirmaram tê-los educado sobre os perigos da rede, 44% usam software de segurança e 40% checam o histórico de navegação após o uso. Conteúdos impróprios, em sua maioria pornográficos, foram identificados por 12% das mães durante o monitoramento.

“O compartilhamento de dispositivo pode colocar em risco os dados armazenados, visto que a criança pode cair nas armadilhas dos cibercriminosos, como links, jogos e aplicativos maliciosos, expondo informações da família à mal intencionados”, explica Mariano Sumrell, diretor de Marketing da AVG no Brasil..

Foto: reprodução

Fonte: assessoria de imprensa AVG Brasil

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